Auto retrato Cerâmica/ Fotografia
O prazer no fazer
O prazer de viver parece estar muito relacionado à fazer o que gostamos, o que estamos vocacionados. Os sábios chineses, por exemplo, já aconselhavam aos homens que buscassem o prazer duradouro e não o efêmero. Essa busca que não se encerra na infância, já que, ao longo da vida, o ser humano passa por várias etapas e momentos, deve ser perseguida de forma constante. Na hora de fazer escolhas, porque somos levados a analisamos as opções a partir de um ponto de vista que tomamos como nosso, mas que, de fato, não é, pertence a toda uma estrutura familiar ou dos amigos. Quando fiz meu primeiro vestibular pensei em ser artista plástico, mas desaconselhado por algumas pessoas com alguns argumentos como "artista plástico não dá camisa a ninguém", ou pior, "artes é coisa para quem não tem o que fazer". Hoje já tenho as "camisas" que queria e busquei aquilo que acreditei estar vocacionado. Essa busca é desafiante e longa demais para quem já está as portas dos 50 anos, mas a realização pessoal e o prazer da busca...... "não tem preço".
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